Nós não somos estáveis. Lá do alto, coçamos o queixo e olhamos para baixo, pensando "isso não vai dar certo...". E, por incrível que pareça, algumas vezes estamos errados. A sorte nos sorri, o trabalho é recompensado e aquela bola na trave não vai de encontro à outra, mas, sim, às redes.

O erro, então, é pensar que a estabilidade emocional é a culpada. Isso é apenas transferir a responsabilidade de erros cometidos no passado, mas, na verdade, aqueles que apontam o dedo estão apenas querendo, de maneira inconsciente, já se resguardar de um possível fracasso futuro.

É o passado que serve de referência para o futuro. É nele que o receio vence a empolgação. Condenar pessoas por olhar para o presente, ver os mesmos símbolos do passado e, assim, manterem-se receosas, é simplesmente não entender o próximo. É mais ainda: é não respeitar uma característica de nossa torcida por quase toda a sua história.

Assim, não é que não acreditemos no sucesso. Isso é errado. O objetivo final, bem como a fé nele, é o mesmo. O diferencial é o caminho e, talvez, o tempo. Cada um à sua maneira, todos querem a mesma coisa. Só não me peçam para confiar no Leandro Guerreiro.

Isso é demais. Até mesmo para vocês.

Rumo à vitória!